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Estrangeirismo Corporativo

O estrangeirismo consiste no emprego de palavras alheias ao idioma, assimiladas a partir do processo de empréstimo lexical. O uso de palavras estrangeiras tem se popularizado no cotidiano das pessoas. Tanto na comunicação oral quanto na escrita, é cada vez mais comum notarmos palavras de origem inglesa, francesa ou italiana em conversações informais, apresentações profissionais ou na troca de mensagens eletrônicas.


Cabe ressaltar que o fato não é recente, muito pelo contrário, vem de longas datas. Esses empréstimos surgiram de línguas célticas, germânicas e árabes ao longo do processo de formação do português na Península Ibérica. Prosseguindo, pois, o advento do Renascimento e das navegações portuguesas permitiram os empréstimos de línguas europeias modernas e de língua africanas, americanas e asiáticas.

Foi assim que o anglicismo (cultura da língua inglesa) permeou entre diversas línguas, sobretudo a nossa. Fato que representa o crescimento do poder econômico dos EUA, notadamente após o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. E hoje, com a efervescência dos recursos tecnológicos, em especial da informática, observa-se que tal propagação se manifestou de forma notória. Exemplo disso são os novos verbetes do dicionário Aurélio: grande parte deles é de origem estrangeira, como por exemplo, test drive, pet shop, ecobag, entre outros.

Dessa forma, em se tratando dos empréstimos linguísticos, é que temos o bife, futebol, abajur, xampu, blecaute, sanduíche, surfe, entre muitos outros. Tais palavras, como podemos perceber, passam por um processo de aportuguesamento que não deixa claro para o emissor que se trata de uma verdadeira influência que outras línguas exercem sobre a nossa – rica, por excelência.


Acreditamos que o aumento do uso de termos estrangeiros (principalmente com a língua inglesa) se explica como característica natural do processo de globalização, da ampliação das relações entre as diferentes culturas no mundo contemporâneo, por seguimos um modelo de administração americano, pela própria influência da língua inglesa no mundo, por causa das multinacionais ou dependendo do ramo ou nicho de mercado, por exemplo, a Tecnologia da Informação, onde os profissionais tem muito acesso a termos em inglês.



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